quarta-feira, 15 de junho de 2011

Eclipe total da lua





Neste 15 de junho, todos os brasileiros terão o privilégio de observar um belíssimo fenômeno celeste: o eclipse total da Lua. Neste dia, logo após o pôr-do-Sol, a Lua nascerá em sua fase cheia (condição fundamental para a ocorrência de um eclipse do gênero), e já nascerá sendo "engolida" pela sombra projetada do nosso planeta. Se as condições climáticas de sua cidade permitirem um céu sem nuvens, vale muito a pena dar um tempo de suas atividades e se dar ao prazer de ficar uma hora olhando para a Lua. Se você tem crianças em casa, leve-as para ver o fenômeno. É algo que marca, que fica como boa lembrança e instiga à curiosidade pelo estudo de Ciências.
Não é preciso trabalho algum para ver o eclipse. Basta identificar o ponto cardeal leste, que é onde o Sol e a Lua nascem. Mesmo que você não saiba onde fica o leste, veja como é fácil identificar: olhe para onde o Sol está se pondo.O leste estará exatamente às suas costas.
Mas você pode se perguntar: "a Lua é tão grande, tão visível, nem preciso saber onde é o leste para vê-la nascer". Isso é verdade, mas o problema é: e se onde você mora existirem prédios tapando a visão do leste? Você corre o risco de perder a visão do eclipse, pois ele não durará a noite toda, e sim apenas alguns minutos depois que a Lua se levantar no horizonte. Deste modo, identifique de antemão onde fica o leste, e procure um lugar que lhe permita ver a Lua nascer.
Astronomicamente falando, não é difícil compreender um eclipse lunar. Ele ocorre porque o Sol projeta a sombra da Terra sobre o disco da Lua, fazendo-a desaparecer gradualmente por algum tempo. Mas por que não ocorrem eclipses em toda Lua Cheia? Simplesmente porque há uma inclinação diferente nas órbitas da Lua em torno da Terra e da Terra em torno do Sol. Para haver eclipse lunar, é preciso que haja, também, o alinhamento, que só ocorre de tempos em tempos.
Eclipses são eventos periódicos tão belos quanto instigantes. Para nossos antepassados mais distantes, eram razão para grande temor. Imagine a cena: as pessoas estão trabalhando, e eis que de repente algo parece apagar o Sol. Ou devorar a Lua. Não à toa, a superstição popular atribuía a tais eventos significados de péssimo agouro. Um eclipse seria um sinal maligno do céu que traria grande sofrimento ao povo daquela região. Dizia-se que um eclipse solar era sinal da morte de um rei, e coisas do gênero. Nossa percepção das coisas mudou, e agora sabemos que eclipses são muito mais motivo de admiração e fascínio do que de temor.
E para a Astrologia, o que significa um eclipse lunar?
Para os antigos, não era um bom sinal, mas por motivos que eram mais supersticiosos do que dignos de nota. Atualmente, há uma tendência de boa parte dos astrólogos em reavaliar o significado dos eclipses, compreendendo-os como um momento especial de hipersensibilização de determinadas áreas do mapa astrológico de cada pessoa. Esta hipersensibilização não é necessariamente negativa, mas se o indivíduo não tiver muita consciência do processo, pode passar por dias complicados.
O próximo eclipse lunar do dia 15 de junho ocorrerá no eixo Gêmeos-Sagitário, próximo a 25 graus, afetando portanto de modo mais poderoso as pessoas que nasceram no terceiro decanato destes signos.

fonte

4 comentários:

  1. Quisera que algum grande teólogo me explicasse como este mundo permanece em órbita. Eu gostaria que você pudesse cientificamente atirar uma bola no ar, girando, e deixar que ela fizesse a segunda revolução, no mesmo lugar. Você não pode fazer isso. E além do mais, está tão perfeitamente calculado até ao ponto em que eles podem prever o minuto do eclipse do sol, daqui a vinte anos. Eles não têm um relógio ou qualquer máquina, que seja tão perfeita. E ela ainda permanece ali. E, assim, estando inclinada. Que seria se ela endireitasse um pouquinho? Sim. Você simplesmente se tornaria louco, ao tentar, vejam."

    William Marrion Branham

    O quinto selo - 67

    ResponderExcluir
  2. 141 Mateus 24 menciona sinais nos céus referentes a este último dia exatamente antes de Jesus vir. Eu gostaria de saber se vocês notaram recentemente tal sinal cumprido como que para retratar justamente esta verdade sobre a qual temos discutido. Esta verdade é que Jesus tem sido firmemente empurrado para um lado até que nesta última era Ele é expulso para fora da igreja. Recordem que na primeira época era uma igreja com um círculo quase completo de verdade. Contudo havia um pequeno erro chamado as obras dos Nicolaítas que impediu que o círculo fosse completo. Então na era seguinte mais trevas se arrastaram mais para dentro do círculo até que a bola de luz brilhou menos, e as trevas cobriram mais o círculo. Na terceira era foi coberta ainda mais, e na quarta era que foi a Idade das Trevas, a luz tinha quase se extinguido. Agora pense nisto. A igreja brilha com a luz refletida de Cristo. Ele é o Sol e a Igreja é a Lua. Assim, este círculo de luz é a lua. Ela tem decrescido de uma lua cheia na primeira era a apenas um fragmento na quarta era. Porém na quinta era ela começou a crescer. Na sexta ela deu um grande passo no crescimento, numa parte da sétima era, ela estava ainda crescendo, quando repentinamente ela parou, e se diminuiu a quase nada; de modo que ao invés da luz ela era e escuridão da apostasia, e ao fim da era tem cessado de brilhar porque as trevas têm dominado. Cristo está agora do lado de fora da igreja. Aqui está o sinal no céu. O último eclipse da lua foi um eclipse total. Ela mingou até as trevas totais no sétimo estágio. No sétimo estágio, as trevas totais vieram enquanto o Papa de Roma ( Paulo VI ) ia para a Palestina fazer uma viagem santa a Jerusalém. Ele foi o primeiro papa em todos os tempos a ir a Jerusalém. O papa é chamado Paulo Sexto. Paulo foi o primeiro mensageiro e este homem leva esse nome. Notem que é o sexto, ou o número do homem. Isto é mais do que uma coincidência. E quando ele foi a Jerusalém, a lua ou a igreja entrou nas trevas totais. Este é ele. Este é o fim. Esta geração não passará até que tudo tenha sido cumprido. Ora vem Senhor Jesus, venha depressa!

    William Marrion Branham

    A Era de Laodicéia - 141

    ResponderExcluir
  3. Se isto não é um paradoxo, eu não sei o que é. Como todo o sistema celestial, como eles são tão cronometrados, tão perfeitamente; até ao ponto em que, em anos que estão por vir, vinte e trinta anos desde agora, a ciência pode ver a vinda da eclipse do sol e da lua, passando. E pode lhe dizer, no momento, quando eles acontecerão e quando a eclipse comecará.

    William Marrion Branham
    Paradoxo - 92

    ResponderExcluir
  4. Nosso Pai Celestial, estamos tão agradecidos hoje por Ti aqui nesta era moderna; na era dos automóveis, aviões, jatos, foguetes, e toda classe de ciência: telefone, televisão, e modernas armas atômicas, e assim por diante. Tu ainda és o Deus supremo, poderoso, onipotente, onisciente, que criou os céus e a terra e desenhou o firmamento. Deus, não podemos explicar isto. Não podemos explicar isto. Tão pouco podemos explicar porque o firmamento não tem fim; como pode o mundo dar voltas e tão perfeitamente até ao ponto em que eles podem prever um eclipse do sol vinte anos antes de vir -- porque Tua maquinaria trabalha perfeitamente. Nós não podemos fabricar um peça de maquinário que seja precisa. Oh, porém grande Jeová que mantém a esta terra no espaço, és perfeito. Te amamos, e todas as Tuas obras são justas e corretas. Nós nos submetemos a Ti nesta manhã, ao começar este novo ano, e Te pedimos que enchas a todos com o Espírito Santo, Senhor, e nos aproximes mais de Ti; e que Teus eternos braços nos acolham e nos guardem, Senhor, porque o dia é de escuridão e tremor, mas a Estrela da Manhã está dirigindo o caminho.

    William Marrion Branham
    Veu a Dentro 59

    ResponderExcluir